segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Posso Escrever os Versos Mais Tristes Esta Noite




Pablo Neruda foi um grande poeta e me conquistou assim que li uma poesia quando era mais nova, penso e sinto que era muito interessante o seu modo de escrever sobre os sentimentos, sensível ao extremo e que sabe comover (pelo menos a mim).
Por vezes nos identificamos com textos, frases e poemas, por compartilharmos de um mesmo sentimento ou por termos passado por aquilo, outros simplesmente por gostarem, o que acho digno. Então fui procurar uma poesia do "Sr.Neruda" (para os íntimos...é claro) e encontrei essa. Prefiro não tecer tantos comentários sobre a poesia...ela por si só já diz muito.
Abraços e beijosssss (os melhores ta?!)


Posso Escrever os Versos Mais Tristes Esta Noite
Posso escrever os versos mais tristes esta noite.
Escrever, por exemplo: "A noite está estrelada,
e tiritam, azuis, os astros lá ao longe".
O vento da noite gira no céu e canta.

Posso escrever os versos mais tristes esta noite.
Eu amei-a e por vezes ela também me amou.
Em noites como esta tive-a em meus braços.
Beijei-a tantas vezes sob o céu infinito.

Ela amou-me, por vezes eu também a amava.
Como não ter amado os seus grandes olhos fixos.
Posso escrever os versos mais tristes esta noite.
Pensar que não a tenho. Sentir que já a perdi.

Ouvir a noite imensa, mais imensa sem ela.
E o verso cai na alma como no pasto o orvalho.
Importa lá que o meu amor não pudesse guardá-la.
A noite está estrelada e ela não está comigo.

Isso é tudo. Ao longe alguém canta. Ao longe.
A minha alma não se contenta com havê-la perdido.
Como para chegá-la a mim o meu olhar procura-a.
O meu coração procura-a, ela não está comigo.

A mesma noite que faz branquejar as mesmas árvores.
Nós dois, os de então, já não somos os mesmos.
Já não a amo, é verdade, mas tanto que a amei.
Esta voz buscava o vento para tocar-lhe o ouvido.

De outro. Será de outro. Como antes dos meus beijos.
A voz, o corpo claro. Os seus olhos infinitos.
Já não a amo, é verdade, mas talvez a ame ainda.
É tão curto o amor, tão longo o esquecimento.

Porque em noites como esta tive-a em meus braços,
a minha alma não se contenta por havê-la perdido.
Embora seja a última dor que ela me causa,
e estes sejam os últimos versos que lhe escrevo

domingo, 29 de julho de 2012

Escreve-me...


 

Escreve-me ...
 Escreve-me! Ainda que seja só
Uma palavra, uma palavra apenas,
Suave como o teu nome e casta
Como um perfume casto d'açucenas!
...

Escreve-me!Há tanto,há tanto tempo
Que te não vejo, amor!Meu coração
Morreu já,e no mundo aos pobres mortos
Ninguém nega uma frase d'oração!

"Amo-te!"Cinco letras pequeninas,
Folhas leves e tenras de boninas,
Um poema d'amor e felicidade!

Não queres mandar-me esta palavra apenas?
Olha, manda então...brandas...serenas...
Cinco pétalas roxas de saudade...

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Namorados? Datas, datas, datas e blábláblá...



Meus queridos leitores,
falei com vocês que escreveria sobre o Dia dos Namorados, aqui estou eu sem saber o que escrever sobre esse comércio (revoltada né?rs) Não estou muito no clima (para não dizer totalmente) no clima dos namorados, mas hoje vou postar um texto que já postei aqui e que fala sobre o sentimento AMOR.
Eu penso que o dia dos namorados, deveria ser mais do que um simples comércio e trocas de presente, afinal de contas por que muitas pessoas só se preocupam com alguém no dia dos namorados?a é...eles costumam lembrar que tem um relacionamento. E será que um relacionamento é tudo???galera...relacionamento sem amor é o mesmo que nada, é uma MERDA! Então o dia dos namorados é mais do que isso, é você estar junto com quem você gosta ou ama, dar um presente porque ama, não porque é o dia dos namorados, dar algo que represente o sentimento para ambos...é brincar, ser você mesmo, ser amigo, leal, sincero...é você sentir e querer estar com aquela pessoa, mesmo com os milhares de defeitos (afinal quem não tem?eu por exemplo não tenho....não tenho poucos rs)
Ame com amor e passem o dia dos namorados ou outros dias com essa pessoa, porque se eu pudesse estaria agora mesmo com quem eu amo...porque isso não tem preço. Falei um texto????agora são dois...o primeiro texto é um que realmente mexe comigo...pro meu BB 
Abraços e beijos meus queridos....aproveitem amanhã e todos os outros dias.




O Que Dizer... (Letícia Thompson)
O que dizer...
O que dizer a você no dia de hoje?
Que eu te amo? Que sinto sua falta?
Que estou morrendo de vontade de te ver?
Tudo tão banal e portanto...
no dia de hoje quero te dizer que te amo muito
e que estou morrendo de vontade de te ver.
A saudade é enorme.
Maior que eu, muito maior.
No dia de hoje eu gostaria de não precisar de palavras para expressar o que sinto e gostaria que você pudesse sentir o quanto tem se tornado importante pra mim.
No dia de hoje eu gostaria de estar perto,
bem perto de você.
Eu gostaria de estar nos seus braços
,
num abraço forte e carinhoso.
Estar perto, bem juntinho de você
.
*
Ame com Amor (Autor Desconhecido)

Encontre nos seus sentimentos a sua alegria…
Não procure nos valores materiais a sua tristeza.
Ame…
Ame com amor e jamais com interesse…
O carro é frio e insensível…
As roupas bonitas e coloridas não representam nenhuma emoção…
O físico forte é atraente mas, às vezes, decepcionante…
Sim, tudo é belo, mas nada é real a não ser que você…
Ame… Ame com amor,
Pois vivemos em função desse sentimento tão nobre…
Aquilo que é material degenera e enferruja…
O dinheiro maltrata e mata…
As casas e prédios o tempo consome…
As roupas saem da moda…
O corpo apodrece…
O mundo acaba…
Mas o amor fica!
Ame… Ame com Amor…
Não pense naquilo que você pode ganhar,
Mas no amor que você vai sentir.
Ame… Ame com amor,
E jamais finja que o sente sem realmente senti-lo…
Ame… Ame sem carro, sem moto,
Pois o que vale é o coração…
Ame…
Mas jamais esqueça:
AME COM AMOR

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Demétrio e Morgana



Olá meus queridos, como estão??? Espero que bem!!!
Estava querendo postar aqui faz um tempo, porém estava dividia em dois temas: 1ºTema: Demétrio e Morgana; 2ºTema: Dia dos Namorados. São ótimos temas e complexos demais para minha cabeça, mas acho que os dois temas merecem um post individual no APensar...então decidi escrever sobre Demétrio e Morgana, mesmo não sabendo como começar ou terminar. E nessa semana quero fazer fluir o tema dos namorados também, porém não prometo e nem me comprometo (risos).

 Casal diferente aos olhos de muitos por ai e qual o problema nisso?! Morgana e Demétrio sempre foram assim, tudo muito diferente! Quando descobriram o amor foi de um jeito muito estranho, mas no fundo já sabiam desse tal sentimento, sempre muito amigos, mas não deixavam de trocar um olhar e o sentimento foi crescendo de forma assustadora, quando um ficava longe do outro batia aquela saudade que nem sabiam de onde vinha e a sintonia???parecia coisa de outro mundo essa tal “sintonia”, ambos parecidos em muitas coisas e gostos...tudo era encantador. Quando um segurava a mão do outro parecia que o mundo parava, eram sensações inexplicáveis...nenhum deles sabiam explicar em palavras essas sensações que iam desde o amor ao tesão.
Morgana com seu jeito pra frente foi logo chutando o pau da barraca e se declarando em um dia qualquer (um dia qualquer de ciúmes rs), digamos que ela ficou passada com sua atitude, afinal não foi planejado e foi então que ela se deu conta desse sentimento, porém não imaginava o que aconteceria dali pra frente. Mas falou na cara e na coragem para o Demétrio que ficou com o queixo no chão e simplesmente não sabia o que dizer, nenhum deles tinham palavras, apenas interrogações infinitas. Conversaram muito nesse dia....tudo estava muito no ar, mas eis que Demétrio que é pior que Morgana na questão de ser pra frente deu a idéia de resolver o "nó" do século...
Ahhh esses dois...não faziam idéia do que o destino preparava para eles, mas o medo não estava tendo muito lugar e tudo foi surgindo como a flor dama da noite, que surge der repente em uma noite...saíram e se amaram de uma forma única. Encontraram-se tantas vezes, tantos olhares, tantas juras, cartas, beijos, carinhos, sorrisos (para não dizer gargalhadas) tantooo amor....
Esses dois sim....AMARAM E AMAM COM AMOR. Um amor que só o tempo pode dar a resposta, encantamento que nos gestos consegue encantar de novo, olhar que só eles entendem...Demétrio e Morgana têm tantas histórias engraçadas, tristes e felizes, mas que são como um baú fechado, difícil de expressar em palavras. Amor que é mais do que a terra, astros, galáxia ou espaço sideral rsrs
É minha gente, aqui deixo mais um pedaço do romance desses dois seres de outro mundo...talvez muitos não entendam o que falei, mas simplesmente estou com tudo na cabeça, porém com muita dificuldade de colocar no "papel"...então entendam apenas o amor....Ame com amor!
Bjs carinhoso para todos e aqui deixo uma música para Demétrio e Morgana!!!



segunda-feira, 28 de maio de 2012

Relatos da Primeira Depilação!






Meus queridos e amados leitores,
faz tanto tempo que não escrevo aqui que estou com vergonha (risos) E para chegar ao ponto de sentir vergonha e estranhar o meu próprio blog, é porque as coisas estão críticas. Sim, em algum momento acho que me perdi ou me faltaram idéias interessantes, mas acho que estava perdida mesmo (risos)...
Muitas coisas mudaram na minha vida, não seria possível nem contar um pedacinho aqui....afinal dizem por ai que sou misteriosa...então prefiro deixar assim.
Esses dias eu andei lendo no face um texto muito engraçado que merece a atenção de todos e que certamente vai arrancar risadas de muitos, porém outros vão achar um exagero (risos e mais risos) Olha eu já passei por isso e não é exagero....é verdade, real, triste e no final vale a pena.
Bjs e abraços para todos....
...
Relatos da Primeira Depilação!

"Tenta sim. Vai ficar lindo..."

Foi assim que decidi, por livre e espontânea pressão de amigas, me render à depilação na virilha. Falaram que eu ia me sentir dez quilos mais leve. Mas acho que pentelho não pesa tanto assim. Disseram que meu namorado ia amar, que eu nunca mais ia querer outra coisa. Eu imaginava que ia doer, porque elas ao menos m...e avisaram que isso aconteceria. Mas não esperava que por trás disso, e bota por trás nisso, havia toda uma indústria pornô-ginecológica-estética.
- Oi, queria marcar depilação com a Penélope.
- Vai depilar o quê?
- Virilha.
- Normal ou cavada?
Parei aí. Eu lá sabia o que seria uma virilha cavada. Mas já que era pra fazer, quis fazer direito.
- Cavada mesmo.
- Amanhã, às... Deixa eu ver...13h?
- Ok. Marcado.
Chegou o dia em que perderia dez quilos. Almocei coisas leves, porque sabia lá o que me esperava, coloquei roupas bonitas, assim, pra ficar chique. Escolhi uma calcinha apresentável. E lá fui. Assim que cheguei, Penélope estava esperando. Moça alta, mulata, bonitona. Oba, vou ficar que nem ela, legal. Pediu que eu a seguisse até o local onde o ritual seria realizado. Saímos da sala de espera e logo entrei num longo corredor. De um lado a parede e do outro, várias cortinas brancas. Por trás delas ouvia gemidos, gritos, conversas. Uma mistura de "Calígula" com "O albergue".
Já senti um frio na barriga ali mesmo, sem desabotoar nem um botão. Eis que chegamos ao nosso cantinho: uma maca, cercada de cortinas.
- Querida, pode deitar.
Tirei a calça e, timidamente, fiquei lá estirada de calcinha na maca. Mas a Penélope mal olhou pra mim. Virou de costas e ficou de frente pra uma mesinha. Ali estavam os aparelhos de tortura. Vi coisas estranhas. Uma panela, uma máquina de cortar cabelo, uma pinça. Meu Deus, era O Albergue mesmo.
De repente ela vem com um barbante na mão. Fingi que era natural e sabia o que ela faria com aquilo, mas fiquei surpresa quando ela passou a cordinha pelas laterais da calcinha e a amarrou bem forte.
- Quer bem cavada?
- .é... é, isso.
Penélope então deixou a calcinha tampando apenas uma fina faixa da Abigail, nome carinhoso de meu órgão, esqueci de apresentar antes.
- Os pêlos estão altos demais. Vou cortar um pouco senão vai doer mais ainda.
- Ah, sim, claro.
Claro nada, não entendia porra nenhuma do que ela fazia. Mas confiei. De repente, ela volta da mesinha de tortura com uma esp átula melada de um líquido viscoso e quente (via pela fumaça).
- Pode abrir as pernas.
- Assim?
- Não, querida. Que nem borboleta, sabe? Dobra os joelhos e depois joga cada perna pra um lado.
- Arreganhada, né?
Ela riu. Que situação. E então, Pê passou a primeira camada de cera quente em minha virilha Virgem. Gostoso, quentinho, agradável. Até a hora de puxar.
Foi rápido e fatal. Achei que toda a pele de meu corpo tivesse saído, que apenas minha ossada havia sobrado na maca. Não tive coragem de olhar. Achei que havia sangue jorrando até o teto. Até procurei minha bolsa com os olhos, já cogitando a possibilidade de ligar para o Samu. Tudo isso buscando me concentrar em minha expressão, para fingir que era tudo supernatural.
Penélope perguntou se estava tudo bem quando me notou roxa. Eu havia esquecido de respirar. Tinha medo de que doesse mais.
- Tudo ótimo. E você?
Ela riu de novo como quem pensa "que garota estranha". Mas deve ter aprendido a ser simpática para manter clientes. O processo medieval continuou. A cada puxada eu tinha vontade de espancar Penélope. Lembrava de minhas amigas recomendando a depilação e imaginava que era tudo uma grande sacanagem, só pra me fazer sofrer. Todas recomendam a todos porque se cansam de sofrer sozinhas.
- Quer que tire dos lábios?
- Não, eu quero só virilha, bigode não.
- Não, querida, os lábios dela aqui ó.
Não, não, pára tudo. Depilar os tais grandes lábios ? Putz, que idéia. Mas topei. Quem está na maca tem que se fuder mesmo.
- Ah, arranca aí. Faz isso valer a pena, por favor.
Não bastasse minha condição, a depiladora do lado invade o cafofinho de Penélope e dá uma conferida na Abigail.
- Olha, tá ficando linda essa depilação.
- Menina, mas tá cheio de encravado aqui. Olha de perto.
Se tivesse sobrado algum pentelhinho, ele teria balançado com a respiração das duas. Estavam bem perto dali. Cerrei os olhos e pedi que fosse um pesadelo.
"Me leva daqui, Deus, me teletransporta". Só voltei à terra
quando entre uns blábláblás ouvi a palavra pinça.
- Vou dar uma pinçada aqui porque ficaram um pelinhos, tá?
- Pode pinçar, tá tudo dormente mesmo, tô sentindo nada.
Estava enganada. Senti cada picadinha daquela pinça filha da mãe arrancar cabelinhos resistentes da pele já dolorida. E quis matá-la. Mas mal sabia que o motivo para isso ainda estava por vir.
- Vamos ficar de lado agora?
- Hein?
- Deitar de lado pra fazer a parte cavada.
Pior não podia ficar. Obedeci à Penélope. Deitei de ladinho e fiquei esperando novas ordens.
- Segura sua bunda aqui?
- Hein?
- Essa banda aqui de cima, puxa ela pra afastar da outra banda.
Tive vontade de chorar. Eu não podia ver o que Pê via. Mas ela estava de cara para ele, o olho que nada vê. Quantos haviam visto, à luz do dia, aquela cena? Nem minha ginecologista. Quis chorar, gritar, peidar na cara dela, como se pudesse envenená-la.
Fiquei pensando nela acordando à noite com um pesadelo. O marido perguntaria:
- Tudo bem, Pê?
- Sim... sonhei de novo com o cu de uma cliente.
Mas de repente fui novamente trazida para a realidade. Senti o aconchego falso da cera quente besuntando meu Twin Peaks. Não sabia se ficava com mais medo da puxada ou com vergonha da situação. Sei que ela deve ver mil cus por dia. Aliás, isso até alivia minha situação. Por que ela lembraria justamente do meu entre tantos? E aí me veio o pensamento: peraí, mas tem cabelo lá? Fui impedida de desfiar o questionamento. Pê puxou a cera. Achei que a bunda tivesse ido toda embora. Num puxão só, Pê arrancou qualquer coisa que tivesse ali. Com certeza não havia nem uma preguinha pra contar a história mais. Mordia o travesseiro e grunhia ao mesmo tempo. Sons guturais, xingamentos, preces, tudo junto.
- Vira agora do outro lado.
Porra.. por que não arrancou tudo de uma vez? Virei e segurei novamente a bandinha. E então, piora. A broaca da salinha do lado novamente abre a cortina.
- Penélope, empresta um chumaço de algodão?
Apenas uma lágrima solitária escorreu de meus olhos. Era dor demais, vergonha demais. Aquilo não fazia sentido. Estava me depilando pra quem? Ninguém ia ver o tobinha tão de perto daquele jeito. Só mesmo Penélope. E agora a vizinha inconveniente.
- Terminamos. Pode virar que vou passar maquininha.
- Máquina de quê?!
- Pra deixar ela com o pêlo baixinho, que nem campo de futebol.
- Dói?
- Dói nada.
- Tá, passa essa merda...
- Baixa a calcinha, por favor.
Foram dois segundos de choque extremo: "Baixe a calcinha".... como alguém fala isso sem antes pegar no peitinho? Mas o choque foi substituído por uma total redenção. Ela viu tudo, da perereca ao cu. O que seria baixar a calcinha? E essa parte não doeu mesmo, foi até bem agradável.
- Prontinha. Posso passar um talco?
- Pode, vai lá, deixa a bicha grisalha.
- Tá linda! Pode namorar muito agora.
Namorar...namorar?!... eu estava com
sede de vingança.
Admito que o resultado é bonito, lisinho, sedoso. Mas doía e incomodava demais. Queria matar minhas amigas. Queria virar feminista, morrer peluda, protestar contra isso. Queria fazer passeatas, criar uma lei antidepilação cavada.
Mas eu ainda estou na luta...
Fica a minha singela homenagem para nós mulheres!